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Intenção de compra de imóveis é a maior desde 2014, aponta Fipezap

De acordo com a pesquisa Raio-X FipeZap, 43 por cento dos respondentes afirmam que têm intenção de comprar nos próximos 3 meses


Publicado em 24 Agosto 2020

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Intenção de compra de imóveis é a maior desde 2014, aponta Fipezap

O sonho da casa própria segue bem vivo entre os brasileiros, mesmo num momento de crises e incertezas. As pessoas têm visto uma oportunidade de comprar imóvel neste terceiro trimestre de 2020.

De acordo com a pesquisa Raio-X FipeZap, que avalia a demanda por imóveis, 43% dos respondentes afirmam que têm intenção de comprar nos próximos 3 meses. Esse é o maior percentual de intenção de compra desde 2014. No primeiro trimestre, a intenção de compra era de 36%.

“Entre os fatores que podem explicar o aumento na intenção de compra, pode-se destacar a redução das taxas de juros do crédito imobiliário, a expectativa de queda nos preços, o aumento no número de lançamentos, bem como a recuperação da atratividade dos imóveis como alternativa de investimento”, registra relatório do estudo.

Entre os compradores em potencial, 88% afirmam que o desejo é de adquirir um imóvel para moradia. Só 12% pretendem usá-lo como investimento para aluguel ou revenda.

Também se destacou neste último trimestre a compra de usados. Entre as pessoas que disseram ter fechado negócio nos últimos 12 meses, 68% ficaram com imóveis usados.

Outro fator que pode ter influenciado na intenção de compra é a percepção de preço. Por exemplo, 60% dos 2. 909 respondentes afirmaram que os preços estão “altos ou muito altos”. No segundo trimestre de 2015, por exemplo, 78% das pessoas achavam que os preços estavam “altos ou muito altos”.

Em contrapartida, os que acham que preços estão em nível razoável foram de 15%, em 2015, para 30%, em 2020. E aqueles que vêem os preços como “baixos ou muito baixos” saíram de 5% para 18%.

E para 1,1% das pessoas, os preços devem baixar ainda mais nos próximos 12 meses. É uma perspectiva bem diferente do fim de 2019, quando 0,9% apostavam na alta de preços. No começo da pandemia, primeiro trimestre deste ano, 5,6% acreditava em preços menores no próximo ano.


Fonte: ADEMI GO